quinta-feira, 14 de maio de 2009

Fumaça de incertezas, explosão de dúvidas.

Depara, analisa, veja como muitas coisas na vida são insensatas, porém com uma certa razão quando estão aparentemente concretizadas em seus respectivos históricos terminais.
Sinta como é bom o começo de algo promissor, saboreando o risco infame deste mesmo início, sabendo que é necessário arriscar-se para obter a razão do fim.
Veja, escuta, perceba uma diferença entre seus momentos, para que saiba o quanto custa o valor de cada diferença, o montante de cada escolha, caminho, mas ciente que cada um deles tem seu devido valor.
Um valor inestimável, pois você mesmo provou, ninguém mais lhe arrancará isso, o gosto de suas decisões.
Mais temível, a incerteza, a dúvida consumível. É portanto uma tolice, arrancar o tempo, o qual perde-se com um gosto ruim. Gosto de nada, indefinível, incerto.
Por fim, não há, nada que certo fique até que fique bem no teu fim.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Todos os momentos deste lado?

Nem todos os momentos estamos deste lado, temos momentos até mesmo que não estamos de lado algum.

Não significa que estamos isentos, omissão nem sequer diz respeito a algum tipo de linha de pensamento, exceto aquela que muitas vezes compreende-se por ter um certo desdém e covardia, ainda aliada a outras nada virtuosas.

É sabido que todos, em determinados momentos, participamos deste tipo de posição, deleitando nosso conforto presente, sempre instigados a não nos preocuparmos com questões que aparentemente não nos dirão respeito.

Talvez, a auto avaliação nos alimente o espírito para que cada vez menos cometamos o esdrúxulo ato de deixar o bom senso esquecido, acreditando não fazer parte de nada.